Ensino com a verdade porque acredito que é nela que o humano floresce. Ser docente, para mim, é muito mais do que transmitir conteúdos: é provocar o que há de melhor em cada pessoa, é acender pequenas brasas de coragem, curiosidade e confiança até que se tornem chama própria.

Não posso — e não quero — tratar ninguém por sua versão menor. Cada ser que encontro carrega mundos inteiros dentro de si, mesmo quando ainda não consegue vê-los. Educar é justamente isso: olhar para além das sombras, alcançar a potência que muitas vezes está escondida, encoberta pelo medo ou pela falta de oportunidade.

Há, sim, alunos que resistem a aprender ou a lidar com uma forma de ensino que os convida a se enxergar de maneira mais profunda — e eu não desisto deles; apenas aprendi a respeitar o tempo e o “não” de quem ainda não está pronto para dar esse passo.

Eu ensino porque acredito na grandeza que existe em cada um. Acompanho trajetórias, não para moldá-las ao que espero, mas para ajudar a revelar a força, a inteligência e a sensibilidade que já estavam ali. A docência é um ato profundo de fé no humano — uma fé que se renova a cada olhar que desperta, a cada gesto que se transforma, a cada possibilidade que se abre.

E é por isso que sigo: porque ensinar é tocar vidas, e tocar vidas é recordar, todos os dias, que ninguém deve ser visto pelo que ainda não é, mas pelo que pode plenamente se tornar.

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